sábado, novembro 29, 2008

ÓDIO

ÓDIO É UM SENTIMENTO, NÃO UMA VERDADE.

Eu te odeio, eu te odeio, eu te odeio, eu te odeio, eu te odeio, cacete, te odeio muito pra caralho. Queria escrever palavras que fizessem verter sangue da porra dessa tela, que espirrasse na minha cara enquanto eu golpeasse a merda do teclado e cada tecla fosse uma paulada no teu coração de merda que se decidiu por seguir aquele bosta que tanto odeio, porra!
Fui fiel como uma navalha passando pela artéria de um suícida, meu pau não subiu sequer em sonho por tua causa, dispensei mais de trinta mulheres em uma semana, e tu pede o que? O que tu quer mais de mim? Um dia se fosse fazer um último ato antes de morrer, arrancava meu coração com as mãos e entregava pra ti ainda batendo e banhado em sangue pra que tu sentisse a minha vida se esvaindo na porra das tuas mãos de velha.
Velha, velha, velha, velha!
POR QUÊ, eu me pergunto. Mataria ele com certeza, mas antes faria ele cuspir cada palavra de amor que já te disse pra fora, ia fazer elas virarem uma poça de sangue no chão, ia mergulhar as feridas dele, ia queimar ele vivo.

E no dia seguinte me liga e pede que eu compareça na tua casa, como se fosse um disk sexo ou algo do gênero. Depois de passar a noite trepando com ele, teu corpo ninfomaníaco ainda quer mais, quer uma última dança com a tua foda fixa. POIS VÁ À MERDA.
Me cansei de ser teu capacho. De te encontrar e ficar evitando que as pessoas nos olhem juntos, de não te beijar em público, de não ser ser ser SER alguma coisa mais.