Vivi e morei casas que nunca eram minhas. Cheias de não pode.
Claro que, com o tempo, se abre espaço no coração da casa, inclusive ganhando privilégios como afeto e atenção. Mas isso não a torna minha (e não estou falando de posse).
Uma amiga disse que só se muda de verdade para um lugar quando levamos todas as nossas coisas.
E "A gente não é de um lugar enquanto não tem um morto enterrado nele", essa de José Arcadio Buendía.
Estou fazendo ambos.