quarta-feira, novembro 29, 2006

Perversidade I

Sentara lá no fundo do ônibus, por incrível que pareça ainda tinha um banco solitário naquele ônibus prestes a lotar. Todos os dias esperava, esperava por aquilo que sabia não acontecer. E não acontecia por quê já tinha acontecido. Entende camarada? Tivera sua chance e jogara fora. Era uma pena.
É de dar dó, assistir todos os dias essa cena. Por quê não pode acontecer denovo?

Hoje sentira uma mudança de rumos. Acontecera algo parecido. Um leve roçar de braços. Uma malícia. E, opa, a parada chegou. É.. fica pra próxima.